O serviço de Jesus é infinito. Na sua órbita, há lugar para todas as criaturas e para todas as idéias sadias em sua expressão substancial.
Se, na ordem divina, cada árvore produz segundo a sua espécie, no trabalho cristão, cada discípulo contribuirá conforme sua posição evolutiva.
A experiência humana não é uma estação de prazer. O homem permanece em função de aprendizado e, nessa tarefa, é razoável que saiba valorizar a oportunidade de aprender, facilitando o mesmo ensejo aos semelhantes.
O apóstolo Paulo compreendeu essa verdade, afirmando que nada deveremos fazer por espírito de contenda e vanglória, mas, sim, por ato de humildade.
Quando praticares alguma ação que ultrapasse o quadro das obrigações diárias, examina os móveis que a determinaram. Se resultou do desejo injusto de supremacia, se obedeceu somente à disputa desnecessária, cuida de teu coração para que o caminho te seja menos ingrato. Mas se atendeste ao dever, ainda que hajas sido interpretado como rigorista e exigente, incompreensivo e infiel, recebe as observações indébitas e passa adiante.
Continua trabalhando em teu ministério, recordando que, por servir aos outros, com humildade, sem contendas e vanglórias, Jesus foi tido por imprudente e rebelde, traidor da lei e inimigo do povo, recebendo com a cruz a coroa gloriosa.
Se, na ordem divina, cada árvore produz segundo a sua espécie, no trabalho cristão, cada discípulo contribuirá conforme sua posição evolutiva.
A experiência humana não é uma estação de prazer. O homem permanece em função de aprendizado e, nessa tarefa, é razoável que saiba valorizar a oportunidade de aprender, facilitando o mesmo ensejo aos semelhantes.
O apóstolo Paulo compreendeu essa verdade, afirmando que nada deveremos fazer por espírito de contenda e vanglória, mas, sim, por ato de humildade.
Quando praticares alguma ação que ultrapasse o quadro das obrigações diárias, examina os móveis que a determinaram. Se resultou do desejo injusto de supremacia, se obedeceu somente à disputa desnecessária, cuida de teu coração para que o caminho te seja menos ingrato. Mas se atendeste ao dever, ainda que hajas sido interpretado como rigorista e exigente, incompreensivo e infiel, recebe as observações indébitas e passa adiante.
Continua trabalhando em teu ministério, recordando que, por servir aos outros, com humildade, sem contendas e vanglórias, Jesus foi tido por imprudente e rebelde, traidor da lei e inimigo do povo, recebendo com a cruz a coroa gloriosa.
Texto extraído do livro: Caminho, Verdade e Vida. Ditado pelo espírito Emanuell e psicografia de Chico Xavier
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É quase inútil tecermos algum comentário acerca da magnífica interpretação que o espírito Emanuell vem a nos aprofundar sobre a consciência do dever justo e certo.
Quantos de nós em tempos distantes ou atuais desenvolveram ações que fogem aos exaustos anseios de uma coletividade e buscaram atender aos princípios que enobrecem a glória pessoal seja na família, no trabalho, no trânsito e nos inúmeros ambientes que trafegamos e deixamos impressões.
Lembro de um caso, ímpar, em que uma mulher diante do eminente desespero da partida de alguém, percebe-se indignada quanto a um ser que se apodera de forma violenta de sua pacífica meia irmã, transmitindo a ela desfavoráveis raios de imcompreensão e desajuste, na visão da moça, pairava o absurdo, como pode cometer tão indelicado e subversivo ato contra alguém que, assim como ela, acaba de "perder" alguém. Quem deveria apoiar a dor, agora a atênua?
E indo ao encontro, percebe que algo lhe parece ser menos imcompreensível ainda, pois que, na verdade, ao homem, que, ora fazia-se de indelicado, em sua percepção, agora afagava a moça com tanto carinho que nem mesmo os tons que escureciam aquela cena pelos atos anteriores, eram mais vistos.
Aproximando-se, mais um pouco, pôde compreender a dor incesante de um homem que tentava alavancar a moça para que viesse a reagir e sentir-se segura e que sendo superficialmente violento e grosseiro passou a ser visto como justo o instrumento de condução para alcançar aquela inocente e singela atitude de amor, paz e fraternidade que agora era expelida pela honrosa companheira.
Pense nisso. Quais suas intenções quando busca agir? está realmente direcionado ao amor e compreenssão coletiva ou está envolvido com seus próprios anseios? Assim, traçamos um padrão de medida, uma separatriz, para que tenhamos fatores capazes de mensurar a conveniência de determinada atitude.
Não nos pronunciamos a favor do ato violento em busca do amor, mas da conveniência que se faz, em um dado instante, para que possa ser conquistado algo mais sigelo e honroso. Não consideremos a máxima dos fins justificarem aos meios para todos os casos e sim a que pressupõe que o fim seja de fato o objetivo maior na qual o meio, para tal, seja oportuno e suficientemente conveniente para o bem maior em que exista, seja no trânsito, na família, no trabalho em um outro ambiente qualquer, a conquista da luz e vida a todos.
De outro modo, a paz é o melhor caminho sempre.
Assim Seja.