segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Pai de Verdade (Silvia Schimidt)

Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente
recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber
o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai,
mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.

Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber
quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores
escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.

Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra
que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta
aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.

Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja
grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.

Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha
tudo aquilo que merecer e realmente desejar.

Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso
para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe
até que ponto está alimentando um espírito de dependência.

Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para
um caminho de honestidade e de Bem.

Pai de verdade mesmo não diz " Faça isto " ou " faça aquilo " , mas sim
" tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe " .

Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta
se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.

Pai de verdade mesmo é o Amigo sempre presente,
atento e amoroso - com a alma de joelhos -
pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos ...



quinta-feira, 6 de maio de 2010

MISSÃO DE KARDEC

Por que devemos estudar Kardec e procurar entender sua missão? Não basta apenas estudar o Espiritismo? Acreditar na vida após a morte? Acreditar na existência e ação dos espíritos?
Caso fizessemos isso estaríamos perdendo a essencia da codificação, pois não foi por acaso que a espiritualidade escolheu o educador Rivail para essa missão. A missão de Kardec não se resumiu apenas em observar, analisar e codificar a Doutrina. Mas deixar às gerações futuras como deveríamos nos portar como médiuns, sendo homens de bem, sem personalismo, realçando o brilho dos outros sem necessitar apagar o nosso . Kardec como um autêntico Pedagogo deu como primeira lição em sua missão diante da Doutrina o respeito que tinha por todas as crenças e instituições religiosas do mundo, acendendo na alma a chama ardente do desejo da busca comum da Verdade. Como ele mesmo disse: "leiamos tudo e tiremos o melhor de cada ensinamento", Livro dos Médiuns. Com isso ele decretou o fim da intolerância religiosa, do preconceito, ensinou que toda religião é boa, desde que lhe proporcione uma melhora moral.
Kardec nos exemplificou com sua postura diante da missão que lhes foi confiada que o Espiritismo filosófico e científico pode satisfazer especulações exigentes do intelecto, mas só o Evangelho ilumina o coração do homem. A pesquisa cientifica pode convencer o homem da sua imortalidade, mas só o Evangelho é capaz de convertê-lo à linhagem espiritual do mundo superior.
Tanto no exercício do magistério, como na execução de sua missão mais ampla, a de elaborar a Doutrina Espírita, Kardec revela equilíbrio, a integridade, a força moral e a inteligência lúcida de um espírito extremamente evoluído. E como podemos trazê-lo com seus ensinamentos para nosso dia-a-dia no trabalho, em casa e na casa espírita?
* Destruindo o exigente personalismo, que faz com que nos achemos o melhor, o mais sábio, o mais médium!
* Permitindo que outros trabalhem e executem sua missão.
* procurando, através dos estudos, entender a dinâmica da vida e por qual razão estamos aqui.
* Não fugindo da missão que nos foi confiada, seja ela grande ou pequena, se somos um farol a iluminar os mares bravios ou apenas um vagalume no meio do jardim.
Kardec abriu mão de muitas coisas, muitos prazeres que o mundo oferecia. Renúncia foi um dos pilares de sua conduta. Imaginemos um homem da sociedade parisiense, relacionado com maiores intelectuais de sua época, um homem que estudava a fundo o magnetismo, de repente passa a se dedicar 24 horas de sua vida, no estudo do mundo dos espíritos. Quantas barreiras teve que vencer, quantas críticas teve que suportar em nome de uma causa maior: servir a Jesus! Nos dias atuais, abrimos mão de algumas horas para irmos ao Centro Espírita e achamos que contribuimos muito, lemos um romance ou um livro mais elaborado e já nos consideramos um sábio. Kardec não deixava por nada que parecesse mais prazeroso, os estudos que lhe aproximasse da verdade! Não precisamos fazer muito, apenas buscar na codificação um meio para mudar o nosso mundo interior, afim de atingirmos o mundo ao nosso redor.

REGINA FREITAS

FENÔMENOS MEDIÚNICOS QUE ANTECEDERAM A CODIFICAÇÃO: HYDESVILLE E MESAS GIRANTES

Antes de tudo perguntamos: Por que estudarmos hoje fatos que aconteceram até mesmo antes da codificação? Qual a importância das mesas girantes e do caso das irmãs Fox? O que isso nos acrescenta nos dias de hoje? Por que temos que estudar isso, haja vista, que hoje as mesas não mais giram ?sozinhas?
Esses e mais outros questionamentos vamos esclarecer.
O Espiritismo é alicerçado pela tríplice: FILOSOFIA, CIÊNCIA E RELIGIÃO. A parte filosófica foi retratada por Socrátes e Platão muito antes da codificação; a religião é ângulo divino que a liga ao céu, a divindade, ao amparo, socorro, para a grandeza do nosso imenso futuro espiritual. A parte científica da Doutrina será sempre um campo de nobres investigações. Através dela faz-se demonstrações experimentais da existência da alma e sua imortalidade. A ciência espírita quebra a ideia de "milagres", pois explica o que até então era tido como maravilhoso e inexplicável.
O caso Hydesville (das irmãs Margareth e Kate Fox) alicerçou a parte científica que explica os fenômenos mediúnicos. Estudando o caso delas, com base na codificação kardequiana foi que Alexander Aksakof em 1871, juntamente com Sr. Home (médium de efeito físico), conseguiram chamar atenção da Sociedade de Física Russa, levando até eles o conhecimento da Doutrina. Se tivesse ficado apenas com a parte filosófica o Espiritismo seria como a Teosofia (ciência de Deus filosófica que objetiva alcançar o conhecimento de Deus pelo esforço espiritual), que bem poucos conhecem. Como explicar os fenômenos mediúnicos de levitação, incêndios, materialização de pedras, flores que hoje acontecem com frequência em lares que desconhecem a doutrina espirita?
Dr. Alberto Almeida, médico psiquiatra espírita paraense, conta o caso de uma professora que sofreu assédio de espíritos que lhe deixavam amarrada com barbantes não mais fabricados, dentro de seu guarda-roupa, na sala de aula, numa velocidade do pensamento.
No livro "Materializações luminosas" de Dante Labbate, retrata vários casos de fenômenos mediúnicos como materializações de espíritos como Emmanuel, Dr. Bezerra, José Grosso, Scheila e tantos outros em reuniões públicas, para cura de câncer, lepra, erisipela.... e tudo isso buscamos os fatos acontecidos com as irmãs fox em 1848. Não deixando de exemplificar o caso das mesas girantes. Ambos nos mostram a manipulação dos fluidos dos próprios médiuns em reuniões espíritas ou mesmo em locais a esmo, por isso Cristo já alertava para o orai e vigiai a todo instante. Orai pelos outros e por nós mesmos, mas vigiemos nossos pensamentos, desejos e sentimentos, porque com isso canalizamos e expandimos forças que vai além da nossa compreensão.
Quais as lições que tiramos com esses fenômenos?

* Que nada acontece sem o controle de Deus.
* Que todos os processos de fenômenos mediúnicos tem uma finalidade útil.
* Que os processos obsessivos por mais terríveis que sejam, cumprem uma ação benéfica.
* Que os espíritos não são maus; eles estão maus.
* Que os espíritos por mais inferiores que sejam estão a serviço de Deus, pois com suas tiranias nos despertam para DEUS e nos acorda para nossas imperfeições.
* A manipulação dos fluidos e energia que fornecemos aos espíritos em suas ações.

Aí surge uma pergunta a mais: quem são os espíritos conhecidos como inferiores? Nós! Leiamos a questão de número 102 do Livro dos Espíritos e nos encaixaremos perfeitamente. Hoje não incendiamos casas alheias, mas fazemos isso com a vida do próximo usando a maledicência, discórdia e tantas outras coisas que destroem-no. A questão é que lemos, estudamos os fatos distanciando de nossas ações atuais. Os fenômenos mediúnicos são de tal importância que Kardec teve o cuidado de fazer um revista mensal, durante 12 anos de estudos Psicológicos, comentando cada caso que chegava às suas mãos.

Regina Freitas

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O homem no mundo

10. Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração dos que se reúnem sob as vistas do Senhor e imploram a assistência dos bons Espíritos. Purificai, pois, os vossos corações; não consintais que neles demore qualquer pensamento mundano ou fútil. Elevai o vosso espírito àqueles por quem chamais, a fim de que, encontrando em vós as necessárias disposições, possam lançar em profusão a semente que é preciso germine em vossas almas e dê frutos de caridade e justiça.

Não julgueis, todavia, que, exortando-vos incessantemente à prece e à evocação mental, pretendamos vivais uma vida mística, que vos conserve fora das leis da sociedade onde estais condenados a viver. Não; vivei com os homens da vossa época, como devem viver os homens. Sacrificai às necessidades, mesmo às frivolidades do dia, mas sacrificai com um sentimento de pureza que as possa santificar.

Sois chamados a estar em contacto com espíritos de naturezas diferentes, de caracteres opostos: não choqueis a nenhum daqueles com quem estiverdes. Sede joviais, sede ditosos, mas seja a vossa jovialidade a que provém de uma consciência limpa, seja a vossa ventura a do herdeiro do Céu que conta os dias que faltam para entrar na posse da sua herança.

Não consiste a virtude em assumirdes severo e lúgubre aspecto, em repelirdes os prazeres que as vossas condições humanas vos permitem. Basta reporteis todos os atos da vossa vida ao Criador que vo-la deu; basta que, quando começardes ou acabardes uma obra, eleveis o pensamento a esse Criador e lhe peçais, num arroubo d'alma, ou a sua proteção para que obtenhais êxito, ou a sua bênção para ela, se a concluístes. Em tudo o que fizerdes, remontai à Fonte de todas as coisas, para que nenhuma de vossas ações deixe de ser purificada e santificada pela lembrança de Deus.

A perfeição está toda, como disse o Cristo, na prática da caridade absoluta; mas, os deveres da caridade alcançam todas as posições sociais, desde o menor até o maior. Nenhuma caridade teria a praticar o homem que vivesse insulado. Unicamente no contacto com os seus semelhantes, nas lutas mais árduas é que ele encontra ensejo de praticá-la. Aquele, pois, que se isola priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de aperfeiçoar-se; não tendo de pensar senão em si, sua vida é a de um egoísta. (Capítulo V, nº 26.)

Não imagineis, portanto, que, para viverdes em comunicação constante conosco, para viverdes sob as vistas do Senhor, seja preciso vos cilicieis e cubrais de cinzas. Não, não, ainda uma vez vos dizemos. Ditosos sede, segundo as necessidades da Humanidade; mas, que jamais na vossa felicidade entre um pensamento ou um ato que o possa ofender, ou fazer se vele o semblante dos que vos amam e dirigem. Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa. Um Espírito Protetor. (Bordéus, 1863.)

rexto extraido do livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

TORIA EVOLUCIONISTA E ESPIRITISMO



A doutrina espírita apresenta entre seus conceitos a idéia da evolução. Contribuindo com Darwin, a obra, O livro dos espíritos, entre tantas idéias, propõe de forma implícita e explicita, o evolucionismo.

O livro, A Origem das Espécies, publicado em 1859, de Charles Darwin, revelou um fato inédito, trouxe a tona a idéia de que as espécies passam por um processo lento e custeoso para atingir a adaptação necessária a um determinado meio, contrariando, pela primeira vez na história, a doutrina da Criação Divina apresentado na Bíblia no livro da Gênese sobre a figura de Adão e Eva e de aceitação majoritária.

Darwin, além de propor um novo conceito acerca da origem das espécies, causou um grande impacto na comunidade científica e religiosa da época e uma ruptura entre ciência e religião que até hoje é observado, gerando uma discussão mundial sobre tais conteúdos por ele apresentado.

Acontece que em 1857, ou seja, dois anos antes, isso mesmo dois anos antes da publicação do estudo de Darwin, foi publicado a primeira obra do pentateuco espírita denominada O Livro dos Espíritos. Composta de perguntas e respostas que foram criteriosamente selecionadas e aplicadas aos espíritos conforme podemos observar no livro O Evangelho Segundo o Espíritismo, introdução, título II.
O que isso tem de interessante? A presente obra, também trouxe ideias revolucionárias acerca da vida e entre um desses conceitos, encontramos o evolucionismo, como as que verificamos nas questões 114 a 127, além do que, a obra de Kardec antecipa a de Darwin mas com objetivos bastante distintos pois que fundamenta-se em uma ótica espiritual tratando, principalmente, da evolução do espírito. Assim, podemos tirar duas conclusões: ou Kardec conhecia os conceitos e teorias de Darwin de forma bastante profunda para propor conceitos semelhantes ou Kardec, de fato, por meio dos espíritos antecipou-se a Darwin sobre a teoria da evolução. Acreditamos que a segunda possibilidade é a mais real devido a vários fatores como: dificuldade de comunicação entre Darwin e Kardec, enquanto um rodeava o mundo o outro fazia pesquisas na França, sem falar que a informação era mais restrita no século XIX do que hoje, o desconhecimento de kardec quanto a obra darwiniana e os objetivos entre as duas obras serem diferentes apesar de tratarem do mesmo conteúdo, a evolução. Desta forma, atesta-se a veracidade das comunicações espirituais contida no Livro dos Espíritos.

Como podemos perceber, apesar de serem contemporâneas, essas duas obras quando postas em dupla análise, trazem consigo uma caracterítica de que a evolução não ocorre apenas entre as espécies no ambiente físico mas ela se estende ainda ao ambiente espiritual. Desta forma, podemos facilmente afirmar que um ponto comum entre ciência e espiritualidade pode ser traçada com a leitura, estudo e análise de ambas. Uma demonstrando a evolução física e a outra demonstrando a evolução espiritual do seres. Sendo que a obra de Kardec em colaboração com os espíritos, apesar de ser anterior a de Darwin, contribui para a validade desta última e explica as causas das diferenças entre espécies que apesar de viverem em um mesmo meio físico, possuem, ainda assim, diferenças bastante singulares que não podem ser simplesmente explicadas pela obra darwiniana, sendo preciso uma investigação que sobrepõe àquela que a ciência propõe e que facilmente inicia-se com o conceito evolucionista contida na obra O Livro dos Espíritos em conjunto com o da Origem das Espécies, o que poderá ensejar a quebra dos postulados materialistas.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Atividades do centro espírita Vida e Progresso



Segunda-Feira - 19:00
  • atendimento fraterno
  • passe
  • reunião mediúnica( restrito aos trabalhdores da casa)

Quarta -feira 19:00
  • Estudo da mediunidade

Sexta feira 19:00
  • estudo do evangelho segundo o espiritismo
  • passe

Sábado - 16:00
  • Estudo sistematizado da Doutrina Espírita - ESDE ( Início dos estudos- Fevereiro/2010)

AMOR, IMBATÍVEL AMOR

O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.

É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.

Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.

Nunca perece, porque não se entibia nem se enfra­quece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.

Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver

É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.

Quando aparente — de caráter sensualista, que bus­ca apenas o prazer imediato — se debilita e se envene­na, ou se entorpece, dando lugar à frustração.

Quando real, estruturado e maduro — que espera, estimula, renova — não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais. Une as pes­soas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo.

O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de ener­gias e de formação angustiante.

O amor atravessa diferentes fases: o infantil, que tem caráter possessivo, o juvenil, que se expressa pela insegurança, o maduro, pacificador, que se entrega sem reservas e faz-se plenificador.

Há um período em que se expressa como compen­sação, na fase intermediária entre a insegurança e a ple­nificação, quando dá e recebe, procurando liberar-se da consciência de culpa.

O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fugaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e devem ser vencidos.

Somente o amor real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresentem esporádicos.

A ambição, a posse, a inquietação geradora de in­segurança — ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobran­ça de carinhos e atenções —, a necessidade de ser ama­do caracterizam o estágio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.

A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria na­tural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.

Mesmo que se modifiquem os quadros existenci­ais, que se alterem as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, in­destrutível.

Nunca se impõe, porque é espontâneo como a pró­pria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de jú­bilos e de paz.

Expande-se como um perfume que impregna, agra­dável, suavemente, porque não é agressivo nem em­briagador ou apaixonado...

O amor não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratifi­cações que o amado oferece.

O amor deve ser sempre o ponto de partida de to­das as aspirações e a etapa final de todos os anelos hu­manos.

O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doan­do, na Sua condição de Amante não amado.

(AMOR, IMBATÍVEL AMOR Divaldo Pereira Franco ditado pelo espírito Joanna De Ângelis)